O encontro de capacitação do Mapping, realizado em São Paulo foi feito numa atividade conjunta que reuniu monitores de pelo menos 10 sindicatos. A realização da atividade com monitores de diversas categorias proporcionou uma rica troca de experiências entre os participantes. O grupo vivenciou as quatro etapas previstas na metodologia e ainda testou a "Técnica do Pote", uma das propostas de pesquisa participativa, que também pode ser feita pelos sindicatos em assembléias. O custo de uma pesquisa é muito alto para os sindicatos. "Através da pesquisa participativa, os próprios dirigentes conseguem mapear os problemas enfrentados pelos trabalhadores no locais de trabalho. O mais importante na pesquisa paricipativa é que os trabalhadores elaboram junto com o sindicato o plano de ações para mudar as condições nos locais de trabalho, ou seja, o Vidaviva não é um projeto de educação e sim uma proposta que visa empoderar os trabalhadores que discutem ações concretas de mudanças após refletirem sobre sua realidade. E isso ajud a fortalecer ainda ais a ação dos sindicatos", afirma Marco Antonio Guilherme, monitor do projeto.
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